Lampião
Por que o Cangaceiro Lampião Começou a Usar Óculos ?
A história começa em agosto de 1925 quando em uma de suas muitas invasões pelo sertão de Pernambuco, Lampião e seu grupo foram surpreendidos pela polícia da região.
O tiroteio desse dia marcou toda a vida de Lampião. Seu irmão mais novo chamado Livino foi atingido pelos policiais e morreu. Lampião ao reagir foi ferido no olho direito por um espinho do cacto que o policial atingiu com uma escopeta.
Lampião foi levado a um médico numa cidade, próxima ao acidente, chamada Trunfo onde retiraram o espinho do seu olho. O médico não conseguiu livrá-lo da cegueira. Bem-humorado, Lampião dizia que precisava apenas de um olho para atirar já que mesmo tendo dois precisava fechar um, e não se importou com o ocorrido.
A partir daí, tornou-se canhoto na hora de atirar e usou óculos para esconder a cegueira daqueles que não o conheciam e para proteger o outro olho do sol sertanejo.
Curiosidades – Brasil Escola
Por que rimos ?
Sorrir pode ser a melhor forma de espantar o mau humor e transformar um dia ruim em mais agradável. Por que necessariamente damos risada ?
Existem várias razões que podem fazer com que um sorriso desabroche em nossos lábios, ele pode estreitar laços sociais, já que é um sinal espontâneo de que estamos nos sentindo bem com a presença de determinada pessoa, ou pode surgir em resposta a uma boa piada. Muitas vezes ele provém de situações constrangedoras, é o que chamamos de sorriso desbotado (sem graça), demonstra nervosismo, embaraço e decepção. Mas não é esse tipo de riso que faz bem à saúde, muito pelo contrário, um sorriso aberto é que nos relaxa, revigora, anima, etc.
O ato de rir relaxa todos os músculos do corpo e, sem sombra de dúvidas, é isso que nos dá uma gostosa sensação de prazer.
Por Lina Alves
Equipe Brasil Escola
Curiosidades – Brasil Escola
A gordura do peixe é saudável ?
A substância orgänica Ômega 3 se caracteriza como ácido graxo, mais precisamente como ácido carboxilico polinsaturado. A fórmula geral deste ácido é: CH3CH2CH=CH(CH2)Ncooh
Omega 3 não é produzido pelo nosso organismo, mas é essencial para a saúde, sendo assim, alimentos que contenham tal substância devem compor nossa dieta alimentar.
A ingestão do ácido graxo auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol alto, e ainda é um aliado cardíaco: controla a pressão arterial, regula a circulação sanguínea e o ritmo normal, concluindo, mantém nosso coração saudável.
O consumo regular de Omega 3 pode trazer benefícios ao longo do tempo, conheça alguns:
neutralização do stress;
aumenta a concentração;
ativador da memória;
aumento dos reflexos (habilidades motoras).
Dicas de alimentos ricos em Omega 3:
Peixes: salmão, atum, bacalhau, sardinha, truta, peixes gordurosos e óleo de peixe.
Mas se você não é fã de peixe temos outras opções ricas em Omega 3 : nozes, rúcula, óleos vegetais, sementes de linhaça, óleo de linhaça, entre outros.
Por Lina Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola
Curiosidades – Brasil Escola
Curiosidades – Brasil Escola
Faz mal dormir de barriga cheia
As vertentes para a crendice popular de que dormir de barriga cheia faz mal.
Você já ouviu muitas vezes sua mãe e/ou sua avó dizerem que dormir de barriga cheia faz mal, mas como a maioria das pessoas não deu moral jantou e dormiu logo em seguida e passou mal. Pois é, para essa crendice popular há duas vertentes. A primeira é de que isso não tem fundamento, segundo a nutricionista Carolina Bergerot, é que ao dormir logo após o jantar pode haver certo desconforto como, queimação ou azia. Esclarece que a maior causa de mal-estar é o tipo de alimentação que é feita no período noturno, pois à noite nosso organismo se encontra mais lento em suas atividades habituais, em especial a digestão.
Quando se ingere alimentos mais calóricos, a tendência é sofrer desconforto, ao contrário do que acontece quando se ingere alimentos mais leves como saladas. Já para a segunda vertente, essa crendice é totalmente verdadeira, a nutricionista Fabiana Schmidt afirma que o único mito é de que se devem ingerir carboidratos somente até as 18 horas. Ela esclarece que o problema está é no horário que a pessoa vai se deitar, pois o recomendável é aguardar duas horas após a refeição para repousar, e atenta para o detalhe de que é importante fazer alguma atividade nesse período, mas nada de exercícios físicos. Também atenta para o fato de que alguns incômodos podem ser ocasionados pela digestão mais lenta no período noturno.
O gastroenterologista Thomas Szego ratifica ser benéfico descansar após qualquer refeição, lembrando que descansar é, ao contrário de dormir, repousar. Essa prática é muito importante porque é necessário que o sangue se concentre no aparelho digestivo para realizar a digestão. Aproveita ainda para desmistificar a questão de que entrar debaixo do chuveiro ou algo do gênero, gere algum problema à saúde, só não pode é nadar, pois isso gera uma competição entre os músculos e o sistema digestório pela irrigação sangüínea.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil-Escola
Você sabia ?
Momento Manguaça Cultural
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Poré um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora ? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram ao fogo.
Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’.
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste )
Imagem da Internet
A origem dos sobrenomes foi realizada das mais distintas formas.
“Ei! você conhece o fulano?”; “Que fulano?”; “Fulano de Sousa, Guimarães ou Rocha?”. Sem dúvida, muitas pessoas já tiveram a oportunidade de desenvolver um diálogo como esses. Contudo, não ache você que os sobrenomes sempre estiveram por aí, disponíveis em sua função de distinguir pessoas que tivessem o mesmo nome ou revelando a árvore genealógica dos indivíduos.
Até por volta do século XII, os europeus tinham o costume de dar apenas um nome para os seus descendentes. Nessa época, talvez pelo próprio isolamento da sociedade feudal, as pessoas não tinham a preocupação ou necessidade de cunharem outro nome ou sobrenome para distinguir um indivíduo dos demais. Contudo, na medida em que as sociedades cresciam, a possibilidade de conhecer pessoas com um mesmo nome poderia causar muita confusão.
Imaginem só! Como poderia repassar uma propriedade a um herdeiro sem que sua descendência fosse comprovada? Como enviar um recado ou mercadoria a alguém que tivesse duzentos outros xarás em sua vizinhança? Certamente, os sobrenomes vieram para resolver esses e outros problemas. Entretanto, não podemos achar que uma regra ou critério foi amplamente divulgado para que as pessoas adotassem os sobrenomes.
Em muitos casos, vemos que um sobrenome poderia ser originado através de questões de natureza geográfica. Nesse caso, o “João da Rocha” teve o seu nome criado pelo fato de morar em uma região cheia de pedregulhos ou morar próximo de um grande rochedo. Na medida em que o sujeito era chamado pelos outros dessa forma, o sobrenome acabava servindo para que seus herdeiros fossem distinguidos por meio dessa situação, naturalmente construída.
Outros estudiosos do assunto também acreditam que alguns sobrenomes apareceram por conta da fama de um único sujeito. Sobrenomes como “Severo”, “Franco” ou “Ligeiro” foram criados a partir da fama de alguém que fizesse jus à qualidade relacionada a esses adjetivos. De forma semelhante, outros sobrenomes foram cunhados por conta da profissão seguida por uma mesma família. “Bookman” ( livreiro ) e ” Schumacher” ( sapateiro ) são sobrenomes que ilustram bem esse tipo de situação.
Quando você não tinha fama por algo ou não se distinguia por uma razão qualquer, o seu sobrenome poderia ser muito bem criado pelo simples fato de ser filho de alguém. Na Europa, esse costume se tornou bastante comum e pode ser visto alguns sobrenomes MacAlister ( “filho de Alister” ), Johansson ( “Filho de Johan” ) ou Petersen ( “Filho de Peter” ). No caso do português, esse mesmo hábito pode ser detectado em sobrenomes como Rodrigues ( “Filho de Rodrigo” ) ou Fernandes ( “Filho de Fernando” ).
Hoje em dia, algumas pessoas têm o interesse de remontarem a sua árvore genealógica ou conhecer as origens da família que lhe deu o sobrenome. Talvez, observando algumas características do próprio sobrenome, elas possam descobrir um pouco da história que se esconde por detrás do mesmo. Afinal de contas, o importante é saber que a ausência deses “auxiliares” nos tornaria mais um entre os demais.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

















Publicado por marialdsm em 19/04/2011 às 21:15 r r
Gostei muito desta página do teu blog.
Muito útil.
Tenho que te confessar que mesmo gostando muito de história não sabia dos detalhes da cegueira de Lampeão.
Publicado por Raimundo Marcos da cunha em 11/04/2012 às 15:57 r r
Este seu blog é realmente formidavel, as novidades nele contidas nos dão a certeza que estamos adquirindo cultura através do mesmo.
Parabéns e muito obrigado, pretendo voltar para manter-me sempre bem inforamdo.
Att; Raimundo