Lenda da Praia do Olho D’água

Conta a lenda que, inicialmente, houve ali uma aldeia indígena cujo chefe era Itaporama. Sua filha apaixonou-se por um jovem da tribo, mas este, por ser muito bonito, provocou paixão de mãe d’água que, através de seus poderes, conquistou-o e levou-o para seu palácio encantado nas profundezas do mar. Perdendo para sempre seu grande amor, a filha de Itaporama caiu em grande desolação, deixando de se alimentar e indo para a beira do mar chorando até morrer. De suas lágrimas surgiram duas nascentes que até hoje correm para o mar e que deram origem à denominação da praia.
Fonte: Lendas do Maranhão

Dia Internacional da Mulher

Mulheres que fizeram a História do Brasil

A história do Brasil está cheia de mulheres importantes e incríveis que marcaram sua época. São índias, brancas, negras, mulatas cheias de garra que fizeram a diferença na paz e na guerra.

Confira abaixo 04 mulheres extraordinárias:

Paraguaçu (1495-1583)
India Tupinambá

Paraguaçu era uma índia da tribo dos tupinambás, filha do cacique Taparica que deu nome à ilha de Itaparica. Sua vida mudou depois que conheceu o português Diogo Álvares Correia, o Caramuru.

Em 1528, o casal ruma para a França, onde ela recebe o batismo na igreja de Saint-Malo. Convertida ao catolicismo adotaria o nome de Catarina do Brasil ou Catarina des Granges. O casal também contraiu matrimônio nesta cidade francesa e teriam quatro filhas.

Paraguaçu ajudou ao marido na tarefa de fundar Salvador, abriu igrejas e protegeu conventos. Faleceu em 1583 e legou todos seus bens aos beneditinos. Os restos mortais de Paraguaçu estão na Igreja e Abadia de Nossa Senhora da Graça, em Salvador.

Chica da Silva (1732-1796)
Escrava alforriada

Francisca, nasceu em 1732, no Arraial do Tijuco, hoje Diamantina (MG). Nascida de mãe escrava e um militar português, que as abandonaram e não lhes concedeu alforria. Posteriormente, foi escrava de um médico e com ele teve um filho.

Porém, o contratador João Fernandes (responsável pela compra e venda dos diamantes), compra Chica da Silva e os dois se apaixonam. Para escândalo da sociedade, passam a viver juntos e a liberta. Ambos teriam 13 filhos que foram reconhecidos pelo pai, algo raro na época.

Chica da Silva tornou-se uma senhora poderosa e rica, mas não foi totalmente aceita pela sociedade e jamais pôde entrar em certas igrejas e casas.

Igualmente, teve escravos e se vestia de maneira elegante, usando joias e perucas, para exibir sua riqueza.

João Fernandes voltou para Portugal em 1770 levando consigo seus filhos homens enquanto as mulheres ficaram sob os cuidados da mãe. Morreria nove anos depois sem nunca ter reavisto a companheira.

Por sua parte, Chica da Silva administrou os bens de João Fernandes e assim, garantiu bons casamentos para algumas de suas filhas.

Enedina Alves Marques ( 1913-1981 )
Engenheira civil

Se ainda causa estranheza uma mulher seguir a carreira de engenharia, imagine na década de 40. Enedina Alves Marques, nascida em Curitiba, foi professora de matemática. Ingressou na Universidade Federal do Paraná em 1940 e teve que conciliar o trabalho e o estudo.

Foi a primeira negra no Brasil a se formar como engenheira e a primeira a concluir o curso na universidade paranaense.

Seus esforços foram recompensados, pois quando terminou o curso, trabalhou no Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica do Paraná. Igualmente, integrou a equipe de engenheiros que atuou na construção da usina hidrelétrica Capivari-Cachoeira (PR).

Também foi a responsável pela construção da Casa do Estudante Universitário do Paraná e o Colégio Estadual do Paraná, ambos em Curitiba.

Atualmente, o nome de Enedina Alves Marques batiza o Instituto de Mulheres Negras, de Maringá (PR).

Maria Ester Bueno (1939-2018)
Tenista

Maria Esther Bueno nasceu em São Paulo e começou a praticar o tênis muito jovem no Clube Tietê. Chamava atenção pelo seu estilo elegante e foi conquistando vitórias no circuito mundial do tênis como Wimbledon e o US Open.

Detém 71 títulos mundiais simples e foi a n.º 1 do mundo em 1959, 1964 e 1966. Igualmente, é a única tenista brasileira que tem seu nome no Salão da Fama Internacional do Tênis, homenagem que recebeu em 1978.

Também se destacou no torneio de duplas e conquistou uma medalha de ouro individual e duas de prata em dupla, nos Jogos Pan-Americanos de São Paulo, em 1963.

Esther Bueno abandonou as quadras na década de 70 e se tornou comentarista esportiva em TV’s por assinatura. O mais recente reconhecimento à sua carreira foi batizar a quadra central do Centro de Tênis Olímpico, no Rio de Janeiro.

Mulheres que fizeram a História do Brasil
Juliana Bezerra
Professora de História

Saint-Valentin

14 de fevereiro está chegando. É considerado a festa dos namorados em muitos países. Os casais aproveitam para trocar palavras doces e presentes como prova de amor, bem como rosas vermelhas que são o emblema da paixão. O NOVO RUMO comemora esse dia com um poema.

A eterna canção

Rosemonde Gérard
1871-1933

Quando fores velho e eu velha,
Quando meus cabelos loiros forem brancos
No mês de maio, no jardim ensolarado,
Iremos aquecer os nossos velhos membros trêmulos.
Como o renascimento celebrará os nossos corações,
Ainda nos consideraremos jovens amantes,
E eu sorrirei para ti enquanto balançarei a cabeça,
E faremos um lindo casal de velhos.
Olharemos um para o outro, sentados sob a nossa treliça,
Com olhinhos ternos e brilhantes,
Quando fores velho e eu velha,
Quando meu cabelo loiro for branco.

No nosso banco amigo, todo verde de musgo,
No banco do passado voltaremos a conversar,
Teremos uma alegria terna e muito doce,
A frase sempre terminando com um beijo.
Quantas vezes no passado fui capaz de dizer “eu te amo»?
Portanto, com muito cuidado, iremos contá-lo.
Vamos nos lembrar de mil coisas, até
Pequenas coisas requintadas que vamos divagar.
Um raio descerá, com uma carícia suave,
Entre nossos cabelos brancos, todo rosa, se acomodará,
Quando em nosso antigo banco todo verde de musgo
No banco de outrora voltaremos a conversar.

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O Estudante e o Professor

Cartão de visitas – Fato integrante da biografia ocorrido em 1892: Um senhor de 70 anos viajava de trem…

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur

Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da
Universidade Nacional da França.

“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”.

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Arqueologia & História das Religiões


“Negros não são descendentes de escravos, como dizem os livros escolares. São descendentes de civilizações africanas, de Reinados fortes e poderosos. São descendentes de Reis, Rainhas, Príncipes e Princesas. São parentes de homens e mulheres que desenvolveram a escrita, a astrologia, as ciências e as pirâmides. São fruto de um povo que desenvolveu as técnicas agrícolas e que domina a medicina alternativa. São fruto de um povo que conhece as folhas e como despertar o poder delas.”
Ricardo de Andrade

O Riso

18 de janeiro é o dia internacional do riso.

Entre os seres humanos , sorrir é uma expressão que denota prazer , sociabilidade , felicidade , alegria ou diversão . É distinto de uma expressão de ansiedade semelhante, mas geralmente involuntária, conhecida como uma careta.

Entre os sinais emocionais, o sorriso é o mais contagioso, e o ato de sorrir incentiva sentimentos positivos.

Crianças 7-10 anos riem cerca de 300 vezes por dia, enquanto os adultos ainda menos do que 80 vezes ao dia. Há pessoas que raramente riem, e até mesmo algumas pessoas que não sentem a necessidade de rir. Muitas pessoas conhecem os efeitos bons e benéficos do riso sobre a saúde e o bem-estar.

Outros efeitos benéficos do riso são:

• Ele ajuda a acalmar a raiva.

• Contribui para uma mudança de atitude de espírito que favorece a redução de doenças.

• Ajuda a digestão, aumentando as contrações de todos os músculos abdominais.

• Facilita a evacuação devido a “massagem” que ocorre no vísceras.

• Aumenta a frequência cardíaca e pulso e, estimulando a liberação de hormônios ” endorfinas “, permitindo-lhes realizar uma de suas importantes funções, tais como manter a elasticidade das artérias coronárias .

• Reduz a presença de colesterol no sangue como equivalente ao exercício aeróbico.

• Ajuda a reduzir a glicose no sangue.

Fonte: en.wikipedia.org/es.wikipedia

Canção para uma valsa lenta

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Minha vida não foi um romance…
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amas, não digas, que morro
De surpresa…de encanto…de medo

Minha vida não foi um romance,
Minha vida passou por passar.
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.

Minha vida não foi um romance
Pobre vida…Passou sem enredo…
Glória a ti que me enches a vida
De surpresa, de encanto, de medo!

Minha vida não foi um romance…
Ai de mim…Já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso…de um gesto…um olhar…

Mário Quintana