LEMBRANÇAS DO MEU PAI

2° domingo de agosto de 1913.
Através deste lindo poema, presto homenagem aos pais falecidos.

ser-pai-e-assumir-uma-responsabilidade-divina-e

Era agosto…
Segundo dia de domingo
Céu azul-clarinho
Sol brilhante, amarelinho
Uma canção ouvia-se pela casa
Do papai entoando versos de carinho

Era agosto…
Segundo domingo, Dia dos Pais
Em casa, era tudo alegria
Presentes eram comprados às escondidas
Escolhidos a dedos e especialmente
Para o papai, naquele dia…

Hoje também é agosto…
Segundo domingo, Dia dos Pais
O céu continua azul-clarinho
O sol brilhante, amarelinho
Mas em lugar daquela canção em versos
Ouço apenas meu soluçar baixinho
E nesse domingo de agosto
Quando sentir a dor da sua ausência
Olharei sua fotografia e o verei sem véus
E não haverá presentes, nem o ouvirei cantarolar versos
Mas sorriremos juntos no encontro da mesma saudade
Quando orarmos juntos o “Pai nosso, que estás no céu…”

Por isso, penso com convicção…
Não importa quem meu pai tenha sido
Sinto sua falta, desde a bênção ao simples “oi”
Independente de ter sido um pai perfeito, ou não
Porque nem sempre a perfeição justifica o homem
O que interessa é a minha lembrança de quem ele foi.

Laura Limeira
Recife, 05.08.2004
LauraLimeira@aol.com

Publicado no Portal da Família em 11/08/2007


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