Inicial

Lenda da Praia do Olho D’água

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Conta a lenda que, inicialmente, houve ali uma aldeia indígena cujo chefe era Itaporama. Sua filha apaixonou-se por um jovem da tribo, mas este, por ser muito bonito, provocou paixão de mãe d’água que, através de seus poderes, conquistou-o e levou-o para seu palácio encantado nas profundezas do mar. Perdendo para sempre seu grande amor, a filha de Itaporama caiu em grande desolação, deixando de se alimentar e indo para a beira do mar chorando até morrer. De suas lágrimas surgiram duas nascentes que até hoje correm para o mar e que deram origem à denominação da praia.
Fonte: Lendas do Maranhão

Lírio do vale

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“Olhai os lírios do campo! Eles não trabalham nem fiam. Porém, Eu vos digo: nem o Rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles”, disse Jesus segundo Mt 6, 28-30.

Amanhã, começa o mês de maio, mês das noivas e das flores. O lirio do vale, florzinha delicada e perfumada com a forma de pequenos sinos, tornou-se símbolo desse mês . No dia 1° é costume presentear as pessoas que amamos com ramo de lirio do vale, a flor da felicidade.

Lenda (Internet)

Conta a lenda que uma flor de lirio do vale um dia se tomou de amores por um rouxinol que vinha todos os dias ao vale alegrando tudo em redor com o seu canto mavioso, pousado no ramo de uma árvore. A flor do lirio do vale era tímida e para ouví-lo cantar escondia-se por entre as ervas. Um dia o rouxinol deixou de aparecer. Ela o esperou dia após dia, em vão. Cheio de tristeza, o lirio do vale deixou então de florir. Só voltou a dar flores em Maio, quando o seu amigo rouxinol regressou ao vale, enchendo-o de felicidade, que na linguagem das flores, assim se tornou a flor da felicidade.

Festejo de São Benedito

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Em Alcântara-Ma, (cidade onde vivi grande parte de minha vida) , no mês de agosto, ocorre anualmente o festejo de São Benedito na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Quatro dias de celebração em louvor ao santo padroeiro dos negros. Uma mistura do sagrado com o profano com celebração de missas, ladaínhas, procissão, música e dança ao som de tambores. Festa popular, não só atrai os moradores da cidade como também devotos, pagadores de promessas, visitantes de outras cidades.

Lenda
São Benedito das Rosas

 

São Benedito era um frade franciscano que professou na Cicília.

O humilde frade era despenseiro do convento. Mas, como bom franciscano, confundia a despensa dos seus irmãos com a sacola dos esfomeados que vinham pedinchar diante da porta da casa de Deus. Não sabia dizer não. Ficava aflito sempre que ouvia um pobrezinho de Cristo dizer que ainda não tinha comido um bocado de pão. Por isso, costumava desencaminhar o melhor da despensa para acudir à fome dos deserdados da terra.

Mas à hora das refeições, os frades, coitados, só encontravam à mesa o caldinho ralo, as folhas de hortaliça e os bocados de pão de rala. Passaram a reprovar a conduta do ecônomo. E o superior, zeloso da boa ordem conventual, teve de chamar à sua presença o negro, aconselhando-o a moderar um pouco os excessos da sua caridade, sob pena de matar de fraqueza os santos religiosos…

Ele, porém, por mais que se esforçasse, não conseguia mudar de conduta. Sempre que podia, apanhava alguns comestíveis, metia-os nas dobras do burel e lá ia, disfarçadamente, levá-los aos infelizes. Mas aconteceu que numa dessas escapulidas, no comprido e umbroso corredor do convento, encontrou-se com o superior. Sentiu-se surpreendido em pecado e não soube o que fazer.

– Que levas aí, na dobra do teu manto, irmão Benedito?
– Rosas, meu senhor.
– Ah! Mostra… Quero ver de que qualidade são!
Benedito, confuso, trêmulo, desdobrou o burel franciscano. E, em lugar dos alimentos suspeitados, apresentou aos olhos pasmos do superior uma braçada de rosas.

Fonte: ifolclore.vilabol.uol.com.br
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Ana Jensen

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Imagem: Portal São Francisco

Lendas no Brasil são inúmeras, influenciadas diretamente pela miscigenação na origem do povo brasileiro. Devemos levar em conta que uma lenda não significa uma mentira, nem tão pouco uma verdade absoluta, o que devemos considerar é que uma história para ser criada, defendida e o mais importante, ter sobrevivido na memória das pessoas, ela deve ter no mínimo uma parcela de fatos verídicos. (Wikipédia, a enciclopédia livre)

Uma das histórias mais conhecidas em São Luís, capital do Maranhão :
Uma mulher de grande influência social e poder econômico ficou conhecida pela crueldade com seus servos. Ana Jansen, ou a “Rainha do Maranhão”, atacava-os de maneira bárbara e, por vezes, torturava-os até clamarem pela morte.Ela fazia seus escravos como tapete, pisando em cima deles para que assim ela não estragasse os seus sapatos caros, reza a lenda também que ela pegava os seus escravos mais rebeldes e amarrava os de ponta-cabeça dentro do poço  Segundo a população local, a crueldade em vida rendeu-lhe uma condenação: vagaria eternamente pelas ruas da cidade de São Luís.

O que impressiona é que não são poucas as testemunhas sobre o caso de uma velha senhora de coque que, vez ou outra, especialmente em noites de sexta-feira, passeia com uma carruagem pelas ladeiras estreitas do centro histórico da capital maranhense. Entre os rangidos dos parafusos e o arrastar das correntes pelos paralelepípedos, um negro com evidências de ferimentos é visto guiando a carroça puxada por mulas ensandecidas.

Fonte: alto astral ,Segredos.org.
Você acredita?

Lenda de São José de Ribamar

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Conta a lenda que um navio que vinha de Lisboa para São Luís desviou-se de sua rota e em plena Baía de São José, esteve ameaçado de naufrágio por uma grande tempestade. O capitão invocou a proteção de São José, prometendo erguer uma capela no povoado que avistava ao longe. Tal foi a força das súplicas, que imediatamente o mar se acalmou e todos chegaram a terra a salvos. Para cumprir a promessa, o capitão trouxe de Lisboa uma imagem de São José e colocou na modesta igrejinha do povoado, erguida de frente para o mar. Este povoado se tornaria São José de Ribamar.

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A lenda ainda conta que muito próximo dali havia uma antiga aldeia chamada Anindiba dos Indígenas, atualmente município de Paço do Lumiar. Os moradores daquele lugar acharam que a imagem deveria ser removida da igrejinha e levada para Anindiba e ao cair da noite, sem que ninguém percebesse, eles transportaram a imagem de lá. Ao amanhecer a imagem não se encontrava mais em Anindiba, pois, misteriosamente, ela voltou à igrejinha de origem. E os moradores tornaram a repetir a transferência e colocaram pessoas a vigiar o santo. São José, entretanto, transformando seu cajado em luzeiro, desceu da Igreja de Anindiba e, protegido por anjos e santos, voltou a Ribamar. E o caminho por onde ele ia passando encheu-se de suaves rastros de luz. Só assim os moradores de Anindiba compreenderam que o santo queria permanecer em sua igrejinha, de frente para o mar. Tempos depois, quando da construção de uma nova igreja, resolveram fazê-la de frente para a entrada da cidade – mas as paredes da igreja várias vezes ruíram, até que os fiéis compreenderam que a igreja de São José de Ribamar deveria permanecer de frente para o mar, como encontra-se até hoje.

Fonte : Radio Educadora
Foto: Igreja de São José de Ribamar.
Portal do Maranhão

UMA LENDA INDÍGENA

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vitoria-regia-ou-victoria-amazonica_21032685A Vitória-Régia

 

 

A vitória-régia é uma flor aquática, típica do rio Amazonas. Os índios contam uma lenda para explicar seu aparecimento.
Naia era uma indiazinha bem bonita e pensava, como todos de sua tribo, que a Lua era um moço de prata. Do casamento das índias virgens com este moço, nasciam as estrelinhas do céu.
Assim Naia corria vales e montes, erguendo os braços e tentando, a todo custo, alcançar a Lua. Mas, mesmo subindo nas mais altas montanhas, a Lua ficava sempre muito longe, no céu infinito.
Naia desistiu de buscar o moço de prata e ficou triste.
Uma bela noite, porém, aproximou-se do grande rio. O que viu? Dentro dele, bem lá no fundo, estava a Lua. Naia não teve a menor dúvida. O moço de prata, noivo das virgens, lá estava, chamando-a, num convite de amor.
A jovem lançou-se às águas do rio-mar, num mergulho ansioso. Foi-se afundando, mais e mais, até desaparecer para sempre.
A Lua sentiu-se responsável pelo trágico acidente e achou que a indiazinha merecia ser recompensada e viver para sempre. Num gesto de gratidão, a Lua transformou-lhe o corpo numa flor diferente, bela e majestosa: a vitória-régia.

Fonte: Falando Lendo Escrevendo Português
Um Curso Para Estrangeiros
Imagem: Freepik

PORQUE O PINHEIRO É A ÁRVORE DE NATAL

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Internet

Quando Jesus nasceu, bem próximo do presépio estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pinheiro.

Nesta época não só os animais falavam, como as plantas também, ainda que os Homens não compreendessem as suas linguagens.

Estavam as três árvores conversando sobre os presentes que dariam ao Menino Jesus quando a palmeira disse:
– Eu darei a minha palma mais viçosa para que a sua Mãe O proteja do sol forte.

A oliveira que estava carregada de frutos –as azeitonas – respondeu:
– Eu oferecerei os meus frutos e o meu azeite para a Criancinha!

Voltaram-se as duas para o pinheirinho e perguntaram-lhe:
– E tu? O que irás oferecer?

O pinheirinho muito quieto pensava no que teria de especial para ofertar ao Menino, quando a palmeira dirigiu-se a ele dizendo:
– As tuas folhas são pontiagudas e podem ferir a Criança!

A oliveira por sua vez disse:
– E os teus frutos? São secos e duros…

E disseram em conjunto:
– Que pena! Não tens nada de especial para oferecer…

O pinheiro então ficou muito triste e silencioso.
É verdade, pensou. Todos trouxeram presentes para esta Criança: os pastores – lã, leite e até um pequeno carneirinho! Os reis – ouro, incenso e mirra! A palmeira e a oliveira puderam oferecer algo de si, só eu tenho como alegrar a Criancinha…

Neste momento, as estrelas que cintilavam lá no alto do céu e que haviam escutado toda a conversa entre as árvores começaram a descer devagarinho e foram pousando delicadamente nos ramos verdes do pinheiro que se foi iluminando e ficando cada ves mais bonito.

Todos se admiraram, e se voltaram para ele, e lá da manjedoura os olhinhos do Menino Jesus encheram-se de brilho e alegria.

E foi assim que o singelo pinheiro se tornou a árvore do Natal, e todos os anos, nesta época, as pessoas enfeitam-no e enchem-no de luz.

Fonte: letras e historias

 

 COLECOES

A LENDA DO BEIJA-FLOR

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Existiam duas tribos morando à beira de um rio: uma tribo maior e uma tribo menor.

A tribo menor plantava e pescava com muito afinco e, com isso começou a ter mais peixe e maior abundância de alimentos. Isso gerou inveja na outra tribo, que começou a hostilizar seus vizinhos, primeiro com palavras, depois com gestos e por fim declararam guerra àqueles que, mesmo em menor número, eram mais trabalhadores e eficientes.

Indiferente à estas questões, dois jovens se enamoraram, porém cada qual pertencia a uma tribo. O rapaz pertencia à tribo menor e a jovem à tribo maior. Apesar da guerra os dois se encontravam às escondidas, mas um dia os guerreiros da tribo da jovem a seguiram e os encontraram namorando. Depois de espancar o rapaz e pensando que ele estivesse morto levaram a jovem de volta à tribo.

O Conselho dos Anciãos foi convocado para o julgamento do pobre jovem. A acusação era de traição, já que as tribos estavam em guerra e eles acreditavam que ela passava segredos para a outra tribo. A sentença era de morte, mas por ela ser muito jovem e bela, convocaram os Xamãs que resolveram transformá-la numa flor.

O rapaz, socorrido por seus guerreiros, sobreviveu ao espancamento e, tão logo se recuperou passou a procurar desesperadamente pela sua amada. Ele chamou os anciãos e anunciou que iria até a outra tribo em busca de seu amor. Eles não permitiram tremenda loucura e tentaram, de toda forma, impedí-lo. Afirmaram que na sua tribo existiam lindas moças que poderiam ser boa esposa e dar-lhe filhos fortes e saudáveis. O rapaz estava irredutível e os anciãos, vendo tamanha decisão e tristeza do jovem, chamaram os xamãs para ajudá-los. Depois de muito pensar e sabendo que a jovem amada tinha sido transformada em flor decidiram transformá-lo em Beija-Flor.

Segundo a lenda, é por isto que o Beija-Flor vai de flor em flor, sempre tentando achar a sua amada.

Em toda lenda indígena existe uma moral que os mais velhos ensinam aos mais novos e esta é que nunca se deve desisitir do seu objetivo.

 Fonte:  http://nomads.com.br/Lenda.html


Imagem de direito público

O TOURO ENCANTADO

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Paisagem da Ilha dos Lençóis – MSN VIAGEM

“ Na praia dos Lençóis, entre os municípios de Turiaçu e Cururupu, no Maranhão, nas noites de sexta-feira, não havendo luar, aparece um grande touro negro com uma estrela resplandecente na testa. Quem estiver na praia será tomado de um pânico irresistível (…). Quem tiver a coragem de ferir o touro na estrela radiante vê-lo-á desencantar e a aparecer El-Rei D. Sebastião. A cidade de São Luís do Maranhão submergir-se-á totalmente, e diante da praia dos Lençóis emergirá a Cidade Encantada, onde o rei espera o momento de sua libertação. Na praia dos Lençóis é proibido pelos pescadores levar-se qualquer recordação local, que tenha sido colhida na praia ou n’água do mar, conchas, estrelas, búzios, algas secas, etc. Tudo pertence a El-Rei D. Sebastião e é sagrada sua posse”.

Dom Sebastião foi o rei português que morreu em 1578, aos 24 anos, quando se lançou com seus soldados em uma temerária aventura guerreira no Marrocos, na esperança de converter os mouros em cristãos. Ele desapareceu na famosa batalha de Alcácer Quibir, durante a qual o exército português foi quase dizimado pelas forças inimigas, e como o seu corpo jamais foi encontrado, muitas lendas foram criadas pelos crédulos e otimistas, todas alimentando o sonho de que um dia D. Sebastião retornaria à sua terra para libertá-la do domínio espanhol, restaurando dessa forma o império português. Uma dessas histórias sustenta que o soberano costuma aparecer nas noites de lua cheia em uma das praias da ilha dos Lençóis, que por sua vez está localizada no arquipélago de Maiaú, lado ocidental da cidade de São Luís.

Reza a lenda que o rei sempre se deixa ver na forma de um touro encantado, aguardando esperançoso que algum corajoso finalmente apareça e o liberte da maldição que o colocou naquela situação. E, também, que ele mora em um palácio de cristal que sempre se ergue no fundo do mar, próximo à ilha, mas não consegue sair de lá, por mais que tente, porque seu navio não encontra a rota correta que o leve de volta a Portugal.

A mesma versão garante ainda que a ilha dos Lençóis é encantada, e que se tornou morada do rei português porque os montes de areia nela formados pelo vento, se assemelham aos existentes no campo de Alcácer Quibir, onde D. Sebastião desapareceu. O touro negro que esconde a figura do rei português tem uma estrela de ouro na testa, e se alguém conseguir tangê-la, ferindo o animal, o reino será desencantado, a cidade de São Luís irá submergir e em seu lugar surgirá a cidade encantada que guarda os tesouros do rei. Também o dia em que a testa estrelada do touro for atingida por algum cidadão desasssombrado, o rei será libertado do encanto maligno que o transformou em animal e emrgirá de vez das profundezas do oceano.

D. Sebastião I (1554 – 1578), décimo sexto rei de Portugal, herdou o trono em 1507, quando tinha apenas três anos de idade. Aos 14 anos,quando finalmente assumiu o trono, o jovem soberano tinha a saúde débil, o espírito fraco e a mente sonhadora, razão pela que ao invés de administrar o vasto império de que era senhor, formulava planos para batalhas imaginárias e conquistas retumbantes, além de projetos visando a expansão da fé católica, profundamente convencido de que seria ele o capitão de Cristo numa nova cruzada contra os mouros do norte da África. Por esta razão começou a preparar-se para a expedição contra os marroquinos da cidade de Fez.

E quanto a Dom Sebastião, provavelmente morreu na batalha ou depois de aprisionado. Mas para o povo português de então, o rei havia apenas desaparecido, e por isso passou a esperar por seu regresso.

O poeta Fernando Pessoa dizia:

Quando é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!”

Fonte:  FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER…

CURIOSA LENDA ACERCA DE SÃO GREGÓRIO, PAPA

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O papa Gregório Magno (590-604) ditava todos os seus livros a um escriba detrás de uma cortina. Dentro do Vaticano há um afresco do papa Gregório que narra a lenda em torno dele.. Certa vez, quando o papa ditava seus escritos, um secretário puxou a cortina para o lado e viu o Espírito Santo na forma de uma pomba perto de seu ouvido, segredando-lhe o que deveria dizer em seu novo livro.

LO BELLO, Nino. O incrível livro do vaticano e curiosidades papais. 2ª edição.
Aparecida Santuário, 2003.

Autoria da parte de Orate Fratres
Selado como Curiosidades, Papas

 

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