Dia da Consciência Negra

Zumbi dos Palmares

O dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, é uma data muito importante para a população brasileira. Isso porque nosso país sofreu quase 400 anos de escravidão, onde pessoas negras foram humilhadas e escravizadas.

O legado desse passado doloroso é um racismo com bases estruturais e o contínuo empobrecimento e opressão da população negra.

Por isso foi criada essa data, para que as pessoas reflitam sobre a história do povo negro no Brasil, sua importância e valorização.

Laura Aidar

Poema para refletir sobre a Consciência Negra
Solano Trindade

Sou negro
meus avós foram queimados
pelo sol da África
minh`alma recebeu o batismo dos tambores
atabaques, gongôs e agogôs


Contaram-me que meus avós
vieram de Loanda
como mercadoria de baixo preço
plantaram cana pro senhor de engenho novo
e fundaram o primeiro Maracatu

Depois meu avô brigou como um danado
nas terras de Zumbi
Era valente como quê
Na capoeira ou na faca
escreveu não leu
o pau comeu
Não foi um pai João
humilde e manso


Mesmo vovó
não foi de brincadeira
Na guerra dos Malês
ela se destacou

Na minh`alma ficou
o samba
o batuque
o bamboleio
e o desejo de libertação



O amor não acaba.

love-gd2ed50ef9_640O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.
Martha Medeiros

Enquanto Teus Pais Envelhecem, Deixa-os Viver …

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“Deixa-os envelhecer com o mesmo amor que eles te deixaram crescer … deixa-os falar e contar repetidamente as histórias com a mesma paciência e interesse que eles escutaram as tuas quando eras criança … deixa-os vencer, como tantas vezes eles te deixaram ganhar … deixa-os conviver com os seus amigos, conversar com os seus netos … deixa-os viver entre os objectos que os acompanharam ao longo do tempo para não sentirem que lhes arrancas pedaços das suas vidas … deixa-os enganarem-se, como tantas vezes tu te enganaste … DEIXA-OS VIVER e procura fazê-los felizes na última parte do caminho que lhes falta percorrer, do mesmo modo que eles te deram a mão quando iniciavas o teu.”
Renato Guimarães

O Estudante e o Professor

Cartão de visitas – Fato integrante da biografia ocorrido em 1892: Um senhor de 70 anos viajava de trem…

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur

Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da
Universidade Nacional da França.

“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”.

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Lição de vida

Um jovem encontra um senhor de idade e lhe pergunta:
– Se lembra de mim?
E o velho diz: – não.
Então o jovem diz que ele era aluno dele.
E o professor pergunta:
– O que você está fazendo, o que você faz para viver?
O jovem responde:
– Bem, eu me tornei professor.
– Ah, que bom, como eu? (disse o velho)
– Pois sim. Na verdade, eu me tornei professor porque você me inspirou a ser como você.

O velho, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a ser professor.
E o jovem conta a seguinte história:
– Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e bonito, e eu decidi que queria para mim e eu o roubei, tirei do bolso dele.
Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou ao nosso professor, que era você.
– Então, você parou a aula e disse:
“O relógio do seu parceiro foi roubado durante a aula hoje. Quem o roubou, devolva-o”.
– Eu não devolvi porque não queria fazê-lo.
– Então você fechou a porta e disse para todos nós levantarmos e iria vasculhar nossos bolsos até encontrarmos o relógio.
– Mas, nos disse para fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados. Então fizemos, e você foi de bolso em bolso, e quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.
– Você continuou procurando os bolsos de todos e, quando terminou, você disse:
“Abram os olhos. Já temos o relógio.

– Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio. Nunca disse quem foi quem roubou o relógio. – Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.
– Foi o dia mais vergonhoso da minha vida. Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar ladrão, má pessoa, etc. Você nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, recebi a mensagem claramente.
– E, graças a você, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer.
– Você se lembra desse episódio, professor?

E o professor responde:
– Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava.

Esta é a essência do ensino: Se para corrigir você precisa humilhar; você não sabe ensinar.
[autoria desconhecida]

Compartilado de Adelaide Bernier no Facebook

Linda história e um bom exemplo 🙌

Planeta Azul

Imagem Pixabay

E quando o último rio ficar poluído
E quando secar a última fonte
E quando a última árvore cair
E tudo virar deserto
E a vida se extinguir…
Talvez o homem acorde
E se dê conta de sua ganância,
de sua insensatez,
de todos os crimes praticados contra este nosso maravilhoso Planeta Azul…

Reflexões de N. Rogero

                              O futuro do planeta está em nossas mãos.

 

O Fósforo e a Vela

 

Certo dia, o fósforo disse a vela:
– Eu tenho a tarefa de te acender.

Assustada, a vela respondeu:
– Não, isso não. Se eu for acesa, meus dias estarão contados, ninguém mais vai admirar minha beleza.”

O fósforo perguntou:
– Tu preferes passar a vida inteira inerte e sozinha, sem ter experimentado a vida?

A vela sussurrou insegura e apavorada:
– Mas queimar dói e consome minhas forças.

É verdade, disse o fósforo, mas este é o segredo de nossa vocação. Nós somos chamados a ser luz! O que posso fazer é pouco, se não te acender perco o sentido da vida. Eu existo para acender o fogo, tu como vela existe para iluminar os outros. Tudo o que ofereceres por meio da dor, do sofrimento, e do teu empenho será transformado em luz. Tu não te acabarás consumindo-te pelos outros, pois, eles passarão o teu fogo adiante.

Em seguida a vela afiou o seu pavio e disse cheia de expectativa:
– Eu te peço, acende-me!
Autor desconhecido
Image
: Só palavras

 

Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão e Violência

4 de Junho

A violência contra a criança é um assunto que desperta interesse de toda a sociedade que busca entender as razões de tal abuso.

Zelar pelas crianças não é uma tarefa exclusiva dos pais, mas também dos parentes, da comunidade, dos profissionais de saúde, dos líderes de modo geral, dos educadores, dos governantes, enfim, da sociedade como um todo.

O quatro de Junho não é data para se comemorar. Absolutamente, não. É um dia, isto sim, para se reflectir sobre algo terrível: a violência contra as crianças.

Porém, dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que nos países em desenvolvimento mais de 250 milhões de crianças de 5 a 14 anos de idade trabalham.

Nas grandes cidades, muitas crianças são ambulantes, lavadoras e guardadoras de carros e engraxadoras., vivendo de gorjetas, sem remuneração ou com, no máximo, um salário mínimo.

Esta situação as afasta da sala de aula e também das brincadeiras, jogos fundamentais para um desenvolvimento psicológico saudável rumo à vida adulta.

Consequência da pobreza, uma vez que essas crianças necessitam trabalhar para ajudar no sustento familiar, o trabalho infantil é proibido em quase todo o Mundo e o seu combate é considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) uma das prioridades dos países em desenvolvimento.

As crianças exploradas como soldados, mão-de-obra ou para o tráfico de seres humanos têm sido uma preocupação constante nas intervenções da Igreja Católica a nível internacional.

As autoridades internacionais são desafiadas a combater esses abusos e criar dispositivos legais que protejam, efectivamente, os menores.

Fonte: Portal São Francisco