Cultura Popular


Bumba-meu-boi
A festa do bumba-meu-boi, uma tradição que se mantém desde o século XVII, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís, nos meses de junho e julho. É uma festa para crianças, adultos e idosos, onde os grupos se espalham desde as periferias até os arraiais do centro e dos shoppings da ilha. Na parte nova ou antiga da cidade grupos de todo o Estado se reunem em diversos arraiais para brincar até de madrugada.


O enredo da festa do Bumba-meu-boi resgata uma história típica das relações sociais e econômicas da região durante o período colonial, marcadas pela monocultura, criação extensiva de gado e escravidão. Numa fazenda de gado, Pai Francisco mata um boi de estimação do seu senhor para satisfazer o desejo de sua esposa grávida. Mãe Catirina, quer comer língua. Quando descobre o sumiço do animal o senhor fica furioso e após investigar entre seus escravos e índios, descobre o autor do crime e obriga Pai Francisco a trazer de volta.
Coquetéis e curandeiros são convocados para salvar o escravo e, quando o boi ressuscita urrando, todos participam de uma enorme festa para comemorar o milagre.
Vários são os sotaques:  matraca, zabumba, orquestra, costa e mão…
O sotaque de matraca é o mais popular por dois pequenos pedaços de madeira, o que motiva os fãs de cada boi a engrossarem a massa sonora de cada “Batalhão”. Além das matracas, são usados pandeirões e tambores-onça (uma espécie de cuíca com som mais grave). Na frente do grupo fica o cordão de rajados, caboclos de fitas, iíndias, vaqueiros e caboclos de pena.

Sainte-Catherine
Padroeira das moças virgens Catherine d’Alexandrie é uma mártire que sofreu o suplício da roda em Alexandria em 25 de novembro de 307. Ela é a padroeira das moças virgens.
No dia de sua festa, é costume fazer no Canadá um doce à base de melaço ,la tire de la Sainte-Catherine” , uma espécie de puxa-puxa.
Antigamente, as imagens de Sainte-Catherine colocadas nas igrejas eram ornadas com diferentes arranjos no cabelo que eram renovados cada ano. Esse trabalho era realizado por moças com mais de 25 anos e ainda solteiras.. Assim a expressão ” ela vai pentear Sainte-Catherine significava que a moça em questão ainda não tinha casado. Então, ela podia invocar a santa com a seguinte oração: “ Sainte-Catherine, ajude-me . Não me diexe morrer solteira. Um marido, Sainte-Catherine, um bom, Sainte-Catherine; mas antes um do que nenhum”.
Atualmente, em certas regiões no dia 25 de novembro, ainda se vê moças usando chapéus multicoloridos predominando, às vezes, as cores verde e amarelo. São as “Catherinettes” (moças de 25 anos ainda solteiras) que festejam com alegria o acontecimento.
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre
Imagem da net

Água de Páscoa
A coleta da água de Páscoa era uma tradição cristã que tinha curso principalmente no Québec. Este ritual de Páscoa consistia em coletar água em um rio, riacho, fonte, mas nunca em um lago ou poço.Era importante coletar a água bem cedo pela manhã, no domingo de Páscoa, antes do nascer do sol. Esta água devia durar o ano inteiro.
A água de Páscoa tinha várias virtudes. No Québec, podia ser aplicada sobre os olhos como também curar doenças tais como diarréia e febre. Possuia também propriedades espirituais como proteção contra o vento, raio, trovão, afastamento de espíritos malígnos, acidentes fatais e infortúnios.
Boa tradição ! Pena que não durou.
Fonte:
TopFuine.com

Festival des Cultures de Drummondville

Desfile Internacional
O Mundial das Culturas ( anteriormente chamado de Festival Mundial de Folclore ) é um festival de dança folclórica que é realizado todos os verões no início de julho no Parque Woodyait, em Drummondville, uma cidade localizada na região Centro do Québec. O evento foi fundado em 1982, depois que membros do folk Mackinaw tinham assistido a um festival semelhante em Dijon, França.
Durante os 11 dias de festa, dezenas de artistas renomados de todo mundo participam deste evento que tem atraído nos últimos anos uma média de 300.000 visitas por ano.
O Festival das Culturas é um dos quatro maiores festivais populares no mundo e reconhecido pelo Conselho Internacional do Organismo de festivais de folclore de l’UNESCO.
Texto: Wikipédia
Imagem: Mondial des Cultures
http://www.youtube.com/watch?v=SBv-DunLm9c

Brincadeiras e Brinquedos Culturais
Brasil – Escola
Imagens da Net

De origem francesa, a amarelinha chegou no Brasil e rapidamente se tornou popular. A brincadeira consiste em um desenho formado por blocos numerados de 1 a 9, com semicírculos nas extremidades que são jogados com uma pedrinha que deve obedecer as paredes de cada bloco.

 

Cerca de 1000 anos antes de Cristo, a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar no Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Esta voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.

A ciranda, que é a dança mais famosa do Brasil, foi trazida de Portugal como dança adulta, mas logo sofreu transformações e passou a alegrar as brincadeiras infantis. É bastante utilizada ainda hoje em escolas, parques e espaços que prezam as brincadeiras antigas, passando-as a novas gerações, mostrando sua importância folclórica e cultural.

FOLCLORE
Dama da Meia Noite

Diz a lenda que uma mulher jovem que não sabia que morreu vive andando pelas ruas da cidade. A tal mulher anda sempre com um vestido vermelho ou branco para encantar os homens solitários que bebem em algum bar.
É uma alma penada com um corpo jovem e sedutor que se aproxima dos homens solitários deixando-os encantados.
A moça rapidamente pede para que o homem a leve de volta para casa e ele enfeitiçado pela beleza da moça aceita prontamente. Ao se depararem com um muro alto ela desce e o convida para entrar.
Quando o homem solitário percebe que se trata de um cemitério, a moça desaparece e o sino da igreja toca avisando que é meia noite.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Tambor de Crioula
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Tambor de crioula ou punga é uma dança de origem africana praticada por descendentes de escravos africanos no estado brasileiro do Maranhão, em louvor a São Benedito, um dos santos mais populares entre os negros. É uma dança alegre, marcada por muito movimento dos brincantes e muita descontração.

                                                            Fonte: nossomaranhão.wordpress.com
Os motivos que levam os grupos a dançarem o tambor de crioula são variados, podendo ser: pagamento de promessa para São Benedito, festa de aniversário, comemoração de time de futebol, nascimento de criança, matança de bumba-meu-boi, festa de preto velho ou simplesmente reunião de amigos. A animação é feita com o canto puxado pelos homens com o acompanhamento das mulheres.

A coreografia da dança apresenta vibrantes formas de expressão corporal, principalmente pelas mulheres que ressaltam, em movimentos coordenados e harmoniosos cada parte do corpo ( cabeça, ombros, braços, cintura, quadris, pernas e pés ). A dança apresenta uma particularidade: a punga. Entre as mulheres, se caracteriza como um convite para entrar na roda. Quando a brincante está no centro e quer sair, avança em direção a outra companheira aplicando-lhe a punga, que consiste no toque com a barriga.

Os tambores são bastante rústicos, feitos de troncos cortados e a cobertura feita com o couro de boi, veado, cavalo ou tamanduá. Durante a dança, os tambores são aquecidos na fogueira para que tenham afinação perfeita.
Em 2007, o Tambor de Crioula ganhou o título de Patrimônio Cultutal Imaterial Brasileiro.

Carnaval no Brasil
carnaval chegou no Brasil em meados do século XVII, sob influência das festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em alguns países, como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias e saíam pelas ruas comemorando.
Certos personagens têm origem europeia, mas mesmo assim foram incorporados ao carnaval brasileiro como, por exemplo, rei momo, pierrô, colombina.

A partir desse período, os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) foram criados, mas só se popularizaram no começo do século XX.
As pessoas decoravam seus carros, fantasiavam-se e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim aos carros alegóricos. O carnaval tornou-se mais popular no decorrer do século XX e teve um crescimento considerável que ocorreu devido às marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval ficar mais animado).

A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se “Deixa Falar”, anos depois seu nome foi modificado para Estácio de Sá. Com isso, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo foram surgindo novas escolas de samba. Organizaram-se em Ligas de Escolas de Samba e iniciaram os primeiros campeonatos para escolher qual escola era a mais bonita e a mais animada. A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua, como Recife e Olinda. Já na Bahia o carnaval fugiu da tradição, conta com trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé.

Veja a seguir os Estados que mais celebram o carnaval:

Rio de Janeiro

A folia carnavalesca carioca começa antes dos dias oficiais do carnaval. Já no mês de setembro começa os ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade.

No mês de dezembro a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” e a mais nova criação “ensaios técnicos”, que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todo final de semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.

Pernambuco

Milhares de pessoas saem pelas ruas de Olinda e Recife, a maioria fantasiada e ao som do frevo (ritmo marcante do Estado).

O carnaval de Pernambuco conta com dezenas de bonecos gigantes, os foliões são extremamente animados. Uma das grandes atrações é o bloco carnavalesco “Galo da Madrugada”.

Bahia

O carnaval baiano é, sem dúvida, um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha.

Por esses circuitos passam mais de 150 blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa. Normalmente esses blocos se apresentam com os trios elétricos e com cantores famosos.   

São Paulo

 O carnaval paulista é similar ao carnaval carioca. Acontece um grande desfile das escolas de samba da cidade. O desfile ocorre em uma passarela projetada por Oscar Niemeyer.

Há o desfile do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, que acontecem na sexta-feira e no sábado, para não haver concorrência com o desfile do Rio de Janeiro.
Fonte : Brasil Escola


 



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16 respostas em “Cultura Popular

  1. Falar hoje de religiosidade das coisas do coração e difundir nossa cultura é muito importante, amei o blog!!!!!!!!!!ERALDO

  2. Sou uma amante do Bumba-meu-boi,gosto do sotaque mais tradicional, SOTAQUE DA ILHA,ou SOTAQUE DE MATRACA. Nos festejos juninos sempre encontro um tempinho para brincar pelo menos um dia do mes a noite inteira “brincar” porque aqui boi não dança brinca a noite toda até o raiar do sol….muito bom mesmo…!

  3. Muito bom teu blog, a montagem das páginas deve ter dado trabalho, mas tudo ficou muito bonito e organizado.
    Amiga até a próxima vista.
    Bjs e muita Paz para ti.

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